Uma semana fora, mochila nas costas, e o único aparelho que vai junto é o celular. Talvez um fone. Nesse cenário, o adaptador tem um trabalho só: fazer o celular carregar na tomada de outro país, à noite, no quarto. Quanto menos coisa você levar para isso, melhor.
A nossa escolha: Gshield GS-8840
Para essa viagem, nós ficamos com o GS-8840. O motivo é simples: ele tem um carregador USB embutido. Você leva o adaptador e o cabo, e o carregador de parede do celular fica em casa. São duas peças a menos na mochila, e nenhuma delas é fácil de esquecer na tomada do hotel, porque é uma só.
A porta USB-C dele entrega até 20 W no padrão Power Delivery, a carga rápida que os celulares atuais aceitam. Se o seu aparelho carrega com cabo USB-C nas duas pontas, ele enche mais depressa do que num carregador comum. Para quem acorda tarde e tem dez minutos antes de sair do hotel, isso conta.
Ainda sobra uma porta USB-A, a retangular, para o fone ou o relógio. E, se precisar, a tomada da frente aceita o carregador de outro aparelho.
O cabo decide metade da história
Carga rápida não depende só do adaptador. O cabo precisa ter USB-C na ponta que vai no adaptador. Se o seu cabo é o antigo, com a ponta retangular, ele entra na porta USB-A, que carrega no ritmo comum.
Para iPhone com conector Lightning, vale o mesmo raciocínio: o cabo de USB-C para Lightning aproveita a porta rápida. Antes de fechar a mochila, olhe as duas pontas do seu cabo. E leve um só, o certo.
Por que não o mais barato?
O Cirilo Cabos custa bem menos e resolve o básico. Ele é só o plugue: o carregador de casa vai encaixado nele. Funciona, e funciona bem. Mas aí você leva duas peças em vez de uma, e o carregador de casa costuma ser o mais lento dos dois.
Se o dinheiro está curto, ou se você já tem um carregador rápido de parede que não quer aposentar, o Cirilo é uma boa segunda opção. Ele tem ficha com o máximo de 10 A, pesa 100 g e cabe no bolso da frente da mochila.
Antes de ir, cheque o destino
O GS-8840 não funciona direto na Nova Zelândia nem na Índia. A própria Gshield avisa. Para Estados Unidos, Europa e Reino Unido, ele atende. Vai para a Argentina? Lá a tomada é do mesmo tipo da Nova Zelândia (tipo I, com dois pinos chatos em “V”). Antes de comprar, confirme com a loja se o modelo encaixa.
E uma regra que vale para qualquer adaptador desta comparação: nenhum deles converte a voltagem. O carregador do celular não sofre com isso, porque quase todos são bivolt (olhe a etiqueta: “100-240V”). Mas, se na mala for também uma chapinha ou um secador de 110 V, não ligue em país de 220 V ou 230 V. O aparelho queima.
O que não precisa
Nesta viagem, você não precisa de cinco portas USB, de uma segunda tomada nem de 2.000 W de carga máxima. Esses números aparecem nos adaptadores maiores, como o Geonav TLCH65BK e o ORICO UA-1U2C-PRO. São ótimos para outra situação. Aqui, só pesam.
Quem deve pular esta página
- Quem viaja com notebook: o carregador dele vai na tomada, e aí outro adaptador faz mais sentido.
- Quem divide o quarto com mais duas ou três pessoas, cada uma com o seu celular.
- Quem vai para a Nova Zelândia ou para a Índia.
Para esses casos, a outra situação deste site, a da viagem com notebook e família, tem a resposta certa.
Resumo para quem tem pressa
Um celular, viagem curta, mochila leve: GS-8840, e deixe o carregador em casa. Quer gastar o mínimo e não liga de levar o carregador: Cirilo Cabos. A escolha é sua, e as duas resolvem.

